A Bomba Atomica de Hiroshima matou de 90.000 a 170.000 pessoas. Este jogo de narrativa escrito por Hans Chung Otterson coloca a escolha ética de matar milhares de pessoas e seguir as ordens dadas, ou não seguir as ordens e salvar milhares de vidas nas mãos do jogadores. Um jogo simples feito para levantar o questionamento em até que ponto as ordem devem ser cumpridas.

A tensão e hierarquia é o mote principal do jogo. Joguem e aproveitem!

Você pode baixar o ENOLA GAY traduzido para o português aqui

Olá amigos!

Estou aqui para falar um pouco do meu novo projeto colaborativo. O Baús & Traças.

O Baús & Traças é um Tumblr com o foca de mostrar imagens bizarrras, interessante e bacanas de RPGs antigos ou desconhecidos. Aqueles livros de RPG que você comprou, jogou uma vez e deixou em um canto acumulando pó.

O projeto é colaborativo porque eu gostaria de postar livros que estão na estante de vocês. Alguns amigos da nossa blogosfera já estão nos enviando fotos de itens escondidos na sua coleção. Faça isto você também!

Abraços

Olá amigos,

 

Depois de alguns anos jogando RPG percebi que, por mais ironico que isto pareça, os RPGistas de mesa são meio preconceituosos com o LARP, ou como todo mundo conhece, o Live Action. Alguns acham uma idéia de maluco se vestir e interpretar o seu personagem. Talvez seja devido a característica do Live de ser mais próximo do Teatro de improviso do que dos jogos de estratégia ou de contar histórias como é o RPG de Mesa. Ou quem sabe seja um ranço dos anos 90/00 devido a super exposição dos Lives de Vampiro no Brasil.

Há algum tempo atrás, Live Action no Brasil era sinonimo de Vampiro, ( na verdade ainda é, mas vamos nos apegar a linha de raciocionio e não estragar o post do tio) porém atualmente grupos de Live Action tem se soltado cada dia mais das amarras dos sobretudos e personagens com backgrounds gigantescos e se voltado a formas mais dinamicas e até mesmo experimentais de se jogar Live Action.

Esta mudança é muito semelhante a que uma parcela dos jogadores de RPG esta fazendo se voltando para os RPG indies ( ou de vanguarda) que ofereçam experiencias diferente das tradicionais da mesa.

Eu particularmente acredito que os Live Actions experimentais são muito mais interessantes na forma de trazer as pessoas “normais” para o mundo dos jogos de narrativa do que os RPGs de Mesa. Um Live Action de vanguarda mediano consegue uma coisa que somente uma grande e inspirada aventura de RPG consegue: passar uma experiência de vida diferente para o jogador.

Talvez os maiores desafios do LARP experimental atualmente seja, primeiro, encontrar recursos necessários para que o Live seja executado (A MAIOR dificuldade é encontrar um lugar aonde os jogos possam acontecer com segurança e sem maiores problemas) e fazer com que os jogadores sejam atraídos para estes eventos, como disse ainda há um ranço sobre Lives, maior até do que sobre os RPGs Indies.

Resumindo: há muita pouca convergência entre RPGista de mesa e LARPeiros.

Eu percebi isto com a polêmica sobre o RPG na Novela Rebeldes. A maior parte das reclamações que escutei foram “Mas isto não é RPG, parece mais um Live Action”, separando as duas formas em jogos distintos e totalmente separados.

Uma grande notícia: Fora os jogadores de RPG ninguém vê assim.

Minha mãe acha até hoje que quando eu vou jogar RPG, eu vou me vestir com capa e sair assustando pessoas na rua.

O Live Action é mais impactante como meio de vender a idéia de jogo de Narrativa do que o RPG. Por isto acredito que ele tem mais chances de ser vendido para as empresas do que o RPG de Mesa.

Digressões a parte, convido vocês a conhecerem o maravilhoso mundo dos Lives Experimentais lendo o Retrospecto de Lives feitos pelo Boi Voador em 2011, me fez vontade de ser rico e virar um mecenas para bancar os Lives. No Retrospecto você pode ver o qual diferentes e interessantes são as propostas desta nova escola de fazer Lives. Muito diferente do “Principe-da-cidade-convocou-todos-os-vampiro-e-alguem-vai-assassina-lo-no-meio-do-jogo” que ainda domina.

Para conhecer mais sobre o Boi Voador e ver fotos do live, entre no Blog dos caras

 

 

Olá amigos,

Depois de um tempo fora do blog (estou com projetos bem mais interessantes, como por exemplo o Uma Dose, podcast com o amigo Rocha do Área Cinza, que esta para sair)  Aqui estou eu, Shingo Watanabe, para mostrar para vocês mais um episódio do videocast Hipster Narrativista, a proposta do videocast foi apresentada no #0 e pode ser vista neste link Nesta edição iremos falar de Fiasco, o RPG publicado pela RetroPunk que vira de cabeça para baixo a proposta de um jogo de narrativa.

Como bom Hipster este videocast foi gravado utilizando-se o método do Lo-Fi , ou seja com baixissíma qualidade. Foi uma brincadeira Hipster que ninguém entendeu, mas nas próximas edições será ajustada para o bom gosto de vocês.

Para facilitar abaixo esta a transcrição do videocast com todos os links comentados. Aproveitem e fico no aguardo de críticas e sugestões.

Olá amigos que adoram usar camiseta xadrez. Eu sou Shingo Watanabe e você esta no Hipster Narrativista #1. Se vocês viram a apresentação na outra vez, este é o único videocast que o apresentador tem sérios problemas fonoaudiológicos. Então me perdoem se eu babar aqui.

Eu tô puto! Porque este videocast é uma regravação. Eu peguei e gravei todo o videocast, deu uns 20 minutos mais ou menos, e cortei a minha cabeça.

Bom, este é o host

Não importa! Hoje o que vamos falar? Vamos falar de um joguinho muito bacana. Este aqui ó.

FIASCO

Fiasco é um RPG escrito pela Jason Morningstar. Um adendo, Jason Morningstar é um nome muito foda. Imagina cara, Jason Morningstar. Dá vontade de colocar este nome no meu filho. Só para poder sair gritando na rua: MORNINGSTAR, MORNINGSTAR. Foda pra caralho, velho. Vale a pena você escrever um RPG se você tem este nome, é igual o John Bogéa.  Bogéa. Aí vale a pena você escrever um. Agora vai eu. Escrever um livro de RPG e tá lá Felipe Oliveira. Caguei. As pessoas cagam.

Divaguei

Quem é Jason Morningstar? Morningstar é o responsável por um RPG chamado Grey Ranks . Um RPG onde você é uma pessoa qe vive em Varsóvia, sei lá, Polonia, Russia, durante a Segunda Guerra Mundial durante a Revolta de Varsóvia . É um RPG que ganhou muitos prêmios lá fora, ganhou premio pra cacete, então deve ser bom. Eu não sei nada sobre o Warsaw Uprising (inglês boliviano detected). Desculpe-me se eu não posso te dar mais informações sobrea história de vida e design de Jason Morningstar. Mas isto não importa, não estamos aqui para falar do cara.

Vamos falar de Fiasco, então.

O que é FIASCO? Fiasco é um RPG colaborativo e sem Mestre. Bom, se você não vive na APAE então você sabe que colaborativo é porque ele é um jogo que… Ele é colaborativo quando os jogadores participam ativamente da história. Criando elementos desta história. E ele é sem Mestre porque…ele não tem mestre.

O jogo não precisa de preparação nenhuma. Você vai pegar todos os lambedores de piromba que você conhece para jogar. Paga uns salgadinhos para eles, uns 4 ou 5 Fofuras, compra umas 13 esfihas. Você vai precisar de 3 a 5 pessoas. Então pode ser pão Pullman. Compra uma Convenção, um Dollynho para cada um. Chama este lambedores de piromba, senta na mesa com eles e vamos jogar esta porra aqui.

Você vai escolher um playset. Vou explicar depois o que é um playset. Precisa de uma porrada de dado. Sendo D6, 4 para cada um mais ou menos. Tem uma viadagem aí. Tem que ser que 2 sejam de uma cor e 2 sejam de outro, porque o Fiasco tem uma dinâmica que os dados coloridos são ruins, negativos e os dados brancos são positivos. Então você precisa que sejam dados diferentes para que você possa diferenciar este processo.

É uma parte elementar do jogo. Não rola de jogar se você não tiver dados coloridos. Compra aquele potão de dados, de D6 que tem uns blogs vendendo por aí. No Mercado Livre tem.

E o mais interessante do FIASCO é que você não precisa de preparação, nenhuma. Então você pode chamar os lambedores de piromba que você conhece, puxar o livro da estante, pedir esfiha no Habibs e jogar este jogo. Você não precisa montar um história completa.

Isto se tornar um ponto positivo para mim. Eu sou jovem. Sou uma pessoa jovem. Porém eu tenho uma alma corrompida, velha, carrancuda. Eu não tenho mais paciência de ficar lendo uma manual de 278 páginas pra pode montar uma campanha e jogar duas , três horas. Eu não tenho saco para isto. Então quando eu peguei o Fiasco e vi que o livro tinha 50 páginas de regra e são regras tão simples que até um macaco aidético consegue entender. PORRA, FODA! Achei foda pra caraio.

Ah vou fazer um adendo (perceba que eu uso esta palavra no intuito de dizer parênteses). O Fiasco tem umas 50 páginas de regras mais os playsets que devem ser, sei lá, 40 páginas e 20 páginas de um negócio chamado replay.

O que é? O replay é uma transcrição (OLOCO MEO) de um jogo feito. Cara, se você esta desenvolvendo um errepegezinho indie narrativo. Faça um replay. É muito foda pra explicar as regras, as vezes o cara tá com uma dúvida nebulosa oou as vezes é um macaco aidético que esta lendo seu livro e tá com algumas dúvidas. Então ele lê o replay e todas as dúvidas vão embora.

Mas como que funciona o Fiasco. Você escolhe um cenário, o playset, o livro tem 3 ou 4 que são. Deixa eu ver quais são os playsets que eu tenho aqui porque eu não lembro de cabeça.

Uma pacata cidade sulista.

Boomtown que é do velho-oeste

O que eu acho mais paia que é o histórias de subúrbio.

E um dos que eu acho mais foda, Gelo. Que é o playset baseado em histórias de um negócio de pesquisa na Antartida. Muito foda.

Você vai escolher o playset que vai te guiar na parte principal. Não é a principal, mas é uma das mais importantes do jogo. A preparação.

Você vai escolher o playset e com base nos dados que você jogou. E vc vai ter uma pilha de dados para jogar. Quais são as necessidades, as teias de relação, e quais são cada uma das interações que os personagens tem. Todos são definidos na hora, então o playset te dá uma base. De uma forma meio determinista mesmo. Você nasceu aqui então..

Esta parecendo complicado porque eu estou estragando o jogo para vocês. Peço desculpas a Retropunk , mas eu acho que estou estragando Fiasco. Para não causar esta imagem ruim, você entra em um site, entra no Google aí e busca o RPGRadio, que é o podcast do Rod Reis. Lá tem 3 ou 4 replays em áudio do Fiasco. Eles são hyperbacanas para você entender a dinâmica do jogo. O pessoal também é novato nas regras de Fiasco então você vê que eles estão se acostumando com as regras então vocêpode muito bem aprender as regras com eles jogando. Eu recomendo O Argentino, porque esta história é de se cagar de rir, é muito engraçado, e é bem bacana. Vai lá baixa e escuta.

O Fiasco é um jogo que é muito rápido. Muito rápido e muito divertido.  Ele é rápido porque as coisas são criadas na hora, ele não tem preparação. Além disto as regras são simples porque o foco ele é narrativo. E ele é muito divertido porque ele trabalha com um elemento principal dos seres humanos que é a capacidade de foder com os outros.

Fiasco é um jogo que é baseado em histórias que dão errado. Snatch, Porcos e Diamantes, os filme dos irmãos Coen,  Cidade de Deus. Todos são filmes que no final da tudo errado.

Olhando os playsets você ve que há vários ganchos, várias oportunidades de você foder os outros e isto é muito bacana. Como a criação de personagens é feita na hora sem muita ingerência, isto é, eu não construo meu personagem. Ele surge de acordo com as minhas relações com os outros e meus amigos podem construir meu personagem por mim. Então você vai criando algumas oportunidades nos personagens dos outros que você no futuro pode foder eles.

Jogar Fiasco é como você andar em uma camada de gelo fino, ele demonstra segurança, mas você sabe que vai dar merda no final..

Então a possibilidade de você foder seu amigo com a Força do Martelo de Thor neste jogo é impressionantemente grande.

E assim, algumas pessoas ficam irritadas quando elas são fodidas no meio do jogo. Eu também sou uma pessoa destas, ninguém gosta de ser fodido no meio do jogo.

Mas o seguinte, o legal do Fiasco é o que: Ele não é competitivo. Você não vai ficar fodendo os outros para não se foder. Você vai foder com os outros porque é legal, bacana.

E como a possibilidade neste jogo de você se dar bem é remotamente ínfima. No final todo mundo vai ser foder. É praticamente uma regra geral do jogo. O que é mais difícil de acontecer é as pessoas se darem bem. Como no final vai todo mundo se foder, é um  clima bacana, bem leve.

O Fiasco foi publicado no Brasil pela Retropunk e nos Estados Unidos pela BullPullpit games ele é ilustrado pelo John Harper, ou harper (inglês boliviano ataca novamente)

Ele ganhou muito premio lá fora. E eu recomendo ele porque se você tem uma galera tipo seus primos, suas tias que adoram jogar Imagem & Ação. Pegue eles e joga Fiasco, cara. Eu aposto que todo mundo vai se divertir

Não tem como não se divertir com este jogo.

Outra coisa muito bacana de Fiasco é que tem muito material gratuito para ele na NET. Só no RPGNow, que eu entrei aqui agora, ele tem uns 25 playsets . Tem histórias de teatro, de jornalismo, histórias de hotel, de roubo. Vê lá que tem muita coisa boa.

Mas se você não fala inglês, não fique triste a RetroPunk esta não só traduzindo alguns playsets como ela também esta publicando playsets gratuitos na internet. Então você tem o Rio 40 graus que foi o Rod Reis que escreveu, que cara , é FODIDO de bom. Foi o primeiro cenário que eu joguei.

Tem também o A vida como ela é,  que é praticamente um emulador de pornochanchada, e é muito bacana.

E assim, eu recomendo muito Fiasco, para mim ele é o melhor RPG de todos, todos, TODOS já escritos. Eu consigo enumerar vários porquês ele é bom.

Ele é extremamente divertido, ele é muito fácil de preparar, ele é muito fácil de ler, muito fácil de ser explicado para as pessoas, as regras são muito simples, até um macaco aidético entende elas.

Ele esta muito barato, no site da Retropunk a versão impressa esta 32 reais , o pdf. Esta 12 conto. O livro tem uma tradução foda, tem poucos erros de typo. O JM Trevisan fez um trabalho do caralho neste livro é a linguagem é muito simples. Ele te passa a ideia que você não esta lendo um livro de regras, um manual e simque tem alguém sentado com você explicando as regras do jogo.

E assim, compre Fiasco, jogue, porque eu aposto que se você jogar este jogo e não se divertir o @ooze dá o cú dele para os cachorros. Só não se diverte com este jogo quem é retardado.  Se você gostou dá joinha e coloque as criticas aí embaixo.

AH! E eu voou continuar falando palavrões para caralho. Quero que se foda.

Coloque aqui embaixo também os RPGs que vc quer que eu fale. O pessoal que já é tarimbado em RPG coloque ai embaixo. Você que não conhece RPG Indie, mas viu uma capa bacana e quer que eu fale aqu coloque ai embaixo vou correr atrás, comprar o .pdf ou o livro e vamos resenha-lo aqui.

Até o próximo Hipster Narrativista e continue tomando café no Starbucks.

 

Agora teremos quinzenalmente aqui no 42 ( e se deus quiser no Paragons também) o videocast Hipster Narrativista, um vídeocast voltado para a arte de beber café no starbucks, usar roupa xadrez, deixar a barba para fazer e jogar RPGs Indies bizarros.

O número 0 é apenas para que possamos fazer uma pesquisa sobre quais RPGs vocês tem curiosidade de conhecer.

 

Espero que vocês gostem desta primeira conversa entre nós e já agradeço ao pessoal da Secular Games por não me processar.

Cada dia que passa a Internet só me mostra quão idiota eu sou. Estava eu por aí procurando porn….er…noticias e coisas legais para postar aqui para voces quando descobri que o grande John Wick, game designer de jogos como Shotgun Diaries ( KÁ-CHIN), 7th Sea, Houses of The Blooded, entre outros tem disponibilizado no youtube um seminário, dividido em 7 partes, de Game Design.

Infelizmente os vídeos estão apenas em inglês. Se houvesse uma boa alma que pudesse legendar…

 

 

Tava passeando na internet e pesquisando algumas notícias interessantes para roubar, quando chego no .20 e vejo isto e isto.

Cara, eu fiquei muito feliz por ambos os casos. Primeiramente por finalmente saber qual é a nova editora que o Garradini falava tanto que ia entrar no mercado brasileiro, mas que por um lapso intelectual meu não havia me passado pela cabeça que ELE estaria no comando da Bárbaras Magias. Mais feliz fico em saber que colocaremos a mão em não só um título muito interessante que é o caso de Barbaros de Lemuria como também que a editora já começa me trazendo uma boa impressão ao trazer não só uma nova capa, como artes locais para o livro. Fico feliz porque qualquer produção de material nacional por aqui gera um ecossistema que começa a trabalhar sozinho e cada dia mais vejo maiores indicios que este ecossistema esta sendo criado quando vejo os produtos da RedBox, Secular Games e agora da RetroPunk.

Os casos da Secular e da RetroPunk são bem interessantes porque mostram que com uma dose de pé no chão e coragem é possível não só a publicação dos seus próprios títulos como também conseguir trabalhar com um processo real de editoração de autores de fora dos grupos fundadores das editoras.

Não diminua a importância do sucesso da campanha de Violentina ou do recente esgotamento do Terra Devastada apenas porque as tiragens são baixas. Isto SIM é um sinal de profissionalismo e não de uma aposta maluca, é sim uma prova que as “pequenas editoras” tem consciencia de quais são os seus limites e qual a margem de risco segura para elas trabalharem.

E pelo jeito isto não é só uma onda momentânea. A RetroPunk já esta liberando os previews de Este Corpo Mortal, a Secular esta produzindo Tribo de Meru e a RedBox esta a todo vapor com novos títulos para Old Dragon e a expectativa de Shotgun Diaries (KÁ-CHIN).

Pelo menos desta galera sabemos que com planejamento o nosso nicho não irá morrer de fome.

Tava viajando na internet quando me deparei com o surpreendente trailer do desenho do Batman Ano Um que será lançado. Se você não sabe o que é Batman Ano Um peço para que você arrume a sua vida clicando neste link.

Depois de ler a HQ você volta aqui.

Leu? Agora podemos continuar.

A HQ foi escrita por Frank Miller antes de ficar maluco e fazer coisas como esta e a DC vai lançar um filme que parece que terá um clima muito fiel a HQ. Fiquei animadaço depois de ver os vídeos:

WOW! O pessoal do MDM fez uma comparação entre a cena acima e as páginas da HQ. Vale a pena conferir.

Batman Ano Um será lançado dia 18/10 e você pode conseguir mais informações no site do filme.

Enquanto isto nos desenhos da Marvel:

Detalhe para o Thor e o Surfista Prateado!

 

Pathfinder esta com a bola toda. Segundo ao Icv2 chegou a vender tão bem quanto o D&D e tal. Há muito tempo atrás já estava se falando que a Paizo iria publicar uma caixa para iniciantes para Pathfinder. Embora a empresa tenha liberado poucas imagens do caixote (na verdade só liberou uma) ela já soltou 3 previews com alguns elementos que farão parte do produto:

  • Um preview de 4 páginas do Hero’s Handbook, que servirá como o Livro do Jogador da caixa. O preview mostra que o livro será muito bonito, seguindo o padrão de qualidade que a Paizo estabeleceu para a linha Pathfinder. Aparentemente, no livro os jogadores terão acesso a apenas 3 raças, Elfo, Anao e Humano e 4 classes, Guerreiro, Clérigo, Ladrão e Mago. O livro parece ter uma liguagem bem direcionada para os jovens, são textos curtos, diretos e bem claros.
  • Um preview do Game Master’s Guide BestiaryTodo RPG de fantasia deve ter o seu bestiário para infernizar a cabeça dos jogadores. O preview da Paizo fornece a ficha de 8 monstros, deste o clássico Orc ( CR 1/3) até a Salamandra (CR6). A diagramação me lembro muito os livro da 4e, inclusive o modo de exibição das fichas dos personagens.
  • E por fim o último preview liberado até o momento é a ficha pronta do Clérigo para ser utilizada para o jogo, que se eu visse apenas a primeira página pensaria que se tratava de um personagem para a 4e.
    O Beginner Box para Pathfinder RPG contém:

  • O  Hero’s Handbook com 64 páginas,  detalhando a criação de personagens, magias, equipamento e regras gerais para o jogo.
  • O Game Master’s Guide com 96 páginas repletas de aventuras, monstros, tesouros mágicos, e conselhos sobre como narrar e controlar os desafios que os heróis enfrentarão.
  • Um set completo com 7 dados
  • 80 tokens com heróis, monstros, e um dragão negro.
  • 4 personagens prontos
  • 4 fichas de personagem
  • Uma superficie Flip-Mat que funciona mais ou menos como o Grid de Combate do Old Dragon  (KÁ-CHIN)
A Paizo que não é boba nem nada esta também lançando em conjunto com a WizKids um set de miniaturas dos 4 personagens prontos do jogo
O Pathfinder Roleplaying Game: Beginner Box custará $34,99 e estará disponível a partir de Outubro

 

A RPGNow provavelmente foi a responsável por iniciar de vez a era dos .pdfs no mercado de RPG americano e consequentemente a responsavel por revolucionar o modo de produção dos jogos de RPG. Ela, em conjunto com a Licença OGL, foram as maiores responsáveis pela explosão de micro editoras que tivemos nos anos 20xx.

Mas o motivo deste post não é para babar o ovo da RPGNow, pois a única Loja de .pdf da qual eu posso puxar o saco é a RedStore (KÁ-CHIN). E sim mostrar a interessante ferramenta que o site montou permmitindo que você gere uma lista de RPGs mais vendidos por ano!

E como todos vocês sabem, se tem uma coisa que errepegistas gostam é de listas.

Clicando neste link você poderá selecionar por ano as listas desenvolvidas pelo site, aqui vão algumas curiosidades que eu achei por lá:

  • Em 2001 TODOS os títulos do top 10 são ligados a OGL
  • Em 2002 o top 10 ainda é dominado por títulos OGL, mas a sensação foram os livros de Monte Cook e da EN Publishing ( do site EN World)
  • Em 2003, a lista  é dominada pelos títulos da Malhavoc Press, a editora do Monte Cook. Um destaque desta lista é o Diamond Throne, cenário criado pelo Monte para o Arcana Envolved
  • Em 2004 temos em primeiro e segundo lugar os dois produtos mais vendidos no RPGNow. O primeiro é um bundle com as SRDs 3,5 (o que é muito esperto) e um livro de 400 páginas (!) com armas de Ficção Cientifica para OGL.
  • Em 2005 a Green Ronin explode a lista com a série Advanced nas três primeiras colocações, Blue Rose ( um dos RPGs mais incopreendidos de todos os tempos) na 4ª , Freedom City na 7ª e True20 na 9ª. Um RPG que a galera não conhece mas eu gosto muito é o Truth and Justice que aparece na 10ª.
  • Em 2006 a Green Ronin mostra porque domina o mundo OGL com 5 títulos na lista, sendo 4 de M&M.
  • Em 2007 tem bastante coisas interessantes na lista. Temos o cenário megalomaníaco de Monte Cook, Ptolus na 7ª posição (BTW, você pode comprar uma versão impressa do livro por apenas 150$), uma das coisas mais bizarras já feitas, o Monte Cook World Of Darkness na 6ª posição, o clássico Witchcraft em 2º e outro livro com o sistema PDQ, o The Zorcerer of Zo em 9º
  • Pelo segundo ano consecutivo este produto é o mais vendido, além disto em 2008 temos mais Monte Cook.
  • Em 2009 temos de interessante em 1º A Song of Ice and Fire, e o FantasyCraft em 7º
  • Ano passado temos um foco indie na lista com Diaspora em 3º, ICONS em 8º e Legends of Anglerre em 9º. Isto mesmo 3 produtos com FATE e mais interessante são os três ÚNICOS RPGs na lista. O restante é dominado por props e ferramentas para o Mestre.
  • E até agora em 2011 temos a Green Ronin com o DC Adventures e o M&M 3ª edição, o Savage Worlds Deluxe e o The One Ring, estes dois últimos lançados a apenas 3 meses atrás!
A lista mostra uma perspectiva histórica do perfil RPGista americano, desde o BOOM do OGL até a onda mais atual com sistemas mais diversificados e ferramentas para o mestre. Sem dúvidas vale dar uma olhada pela curiosidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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